Roma – o retorno!

Olá, pessoal!

O post de hoje é sobre mais um destino para o qual eu retornei após alguns anos: Roma. A primeira vez que visitei a capital italiana foi em janeiro de 2006, em pleno inverno europeu, junto com as minhas amigas Mari e Manu na metade do nosso mochilão de um mês pelo continente. Fiquei encantadíssima pela cidade, achei linda e vibrante! O tempo foi passando e ficou a vontade de voltar. E, em março de 2024, visitei novamente a cidade, desta vez, com minha mãe que conheceu a Roma da década de 1970.

Como Roma não era o foco da viagem, passamos pouco tempo, apenas três noites, sendo duas no início e outra antes do retorno ao Brasil. De lá, fizemos uma viagem por quatro países da Península Balcânica (sudeste europeu): Albânia, Macedônia do Norte, Bulgária e Romênia. Além disso, fomos conhecer Nápoles, uma das principais cidades italianas.

Neste post, falarei apenas sobre Roma, deixando os demais destinos desta viagem para postagens posteriores.

Em Roma, fizemos questão de revisitar os principais pontos turísticos e caminhar bastante pela cidade, que é um espetáculo por si só. Impressionante a quantidade de história que emana deste lugar. Ela é uma verdadeira obra de arte. Pena que choveu nos dias que estávamos lá, o que não nos impediu de turistar bastante. Compramos nossas capinhas de chuva e saímos explorando a cidade!

Para aqueles interessados em visitar (por dentro) várias atrações, existe a opção de comprar pacotes como o Roma Pass, o Omnia Pass ou o City Pass, que, além de ingressos, em alguns casos também incluem transportes . Como queríamos passear livremente, não compramos nenhum desses

Seguem os lugares que visitamos:


1 – Fontana di Trevi– é uma das fontes mais icônicas do mundo e um símbolo do estilo barroco italiano. Projetada por por Nicola Salvi e construída no século XVIII, entre 1732 e 1762, tem como destaque Netuno, deus dos mares, em uma carruagem puxada por cavalos-marinhos. A fonte foi erguida na convergência de três vias, por isso o nome “Trevi”. Além de sua beleza impressionante, ela é famosa pela tradição de jogar moedas: segundo a lenda, quem joga uma moeda na água garante seu retorno a Roma. Se depender disso, mainha voltará outra vez, pois ela jogou sua moedinha! É uma das atrações mais procuradas, por isso está sempre cheia. Uma luta conseguir uma foto sozinha, mas conseguimos!

A fonte continua linda!
Conseguimos uma brechinha para a foto
Mainha aproveitou para jogar sua moeda!

2 – Piazza Venezia e Monumento a Vitorio Emanuele – caminhamos pela Via del Corso até chegar à Piazza Venezia, que fica no coração de Roma, mas ela estava em obra. Ela é cercada por vias movimentadas e edifícios históricos, com destaque para o Monumento a Vitorio Emanuele II, também conhecido como Vittoriano ou Altare della Patria. Construído entre 1885 e 1911, o monumento homenageia o primeiro rei da Itália unificada e abriga a Tumba do Soldado Desconhecido, um símbolo de honra nacional. Com sua imponente estrutura de mármore branco e uma majestosa estátua do rei Vittoriano, oferece uma vista panorâmica incrível de Roma a partir de seu terraço. A praça também é um ponto de partida para explorar atrações próximas, como a Via dei Fori Imperiali, que leva ao Coliseu.

Como a Piazza Venezia estava em obra, o ângulo para fotografar o monumento ficou comprometido
Monumento a Vitorio Emanuele II

3 – Fórum Romano – seguimos nossa caminhada e passamos pelas ruínas do Fórum Romano, local que foi o epicentro da vida pública da antiga cidade, servindo como centro político, comercial e religioso do Império Romano. Durante séculos, foi palco de discursos, eleições, julgamentos e até combates de gladiadores. Cercado por templos, basílicas e monumentos, o local abrigava edifícios icônicos da Roma antiga. Hoje, suas ruínas impressionam visitantes do mundo todo, oferecendo uma viagem fascinante pela história da civilização ocidental. Posso voltar ali mil vezes e sempre ficarei impressionada!

Ruínas do Fórum Romano
Engenheira e Arquiteta babando com as ruínas do Fórum Romano

4 – Coliseu – saindo do Fórum Romano, seguimos caminhando até chegar ao imponente Coliseu, também conhecido como Anfiteatro Flaviano, é um dos monumentos mais icônicos da história e um símbolo do poder do Império Romano. Construído entre 72 e 80 d.C. pelos imperadores Vespasiano e Tito, o Coliseu era palco de espetáculos grandiosos, como combates de gladiadores e batalhas simuladas. Sua estrutura impressionante de arcos e colunas sobreviveu a terremotos, saques e séculos de história, tornando-se uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno. Hoje, suas ruínas majestosas atraem milhões de visitantes que desejam reviver a grandiosidade da Roma Antiga. Nós já havíamos entrado antes, por isso ficamos só por fora. A título de informação, o ingresso custava a partir de 18 euros.

O imponente Coliseu
Mãe e filha revendo o Coliseu após vários anos
O Coliseu por outro ângulo
Capinha de chuva temática
O entorno do Coliseu

5 – Arco de Constantino – ele fica entre o Coliseu e o Monte Palatino e é um dos mais impressionantes arcos triunfais da Antiguidade, erguido em 315 d.C. para celebrar a vitória do imperador Constantino I sobre Maxêncio na Batalha da Ponte Mílvia. O monumento destaca-se por sua grandiosidade (21 metros de altura) e pela reutilização de esculturas de períodos anteriores, criando um fascinante contraste estilístico. Ele é adornado com relevos que narram campanhas militares e cenas mitológicas. Além de sua importância histórica, o Arco de Constantino marca o trajeto da antiga Via Triunfal, por onde generais e imperadores desfilavam após suas conquistas.

Arco de Constantino

6 – Arco de Tito e Templo de Vênus e Roma – seguindo nossa caminhada por esse verdadeiro museu a céu aberto, que é a cidade de Roma, chegamos ao Arco de Tito, que foi construído por Domiciano em 82 d.C. em homenagem às vitórias militares de seu irmão, o imperador Tito, especialmente a conquista de Jerusalém. Seus relevos detalhados mostram soldados carregando objetos sagrados saqueados do Templo de Jerusalém, tornando-o um marco histórico e simbólico. Próximo ao arco, encontra-se o Templo de Vênus e Roma, um dos maiores templos da Roma Antiga, dedicado às deusas Vênus Félix e Roma Eterna. Projetado pelo imperador Adriano e inaugurado em 135 d.C., sua grandiosa estrutura refletia a importância da cidade e da deusa do amor.

Arco de Tito e o Templo de Vênus e Roma

7 – Bairro Trastevere – após passarmos por todos aqueles monumentos históricos que ficam no entorno do Coliseu, atravessamos o Rio Tibre pela Ponte Palatino e chegamos ao bairro de Trastevere. Ele é bem charmoso e conhecido por suas ruas estreitas de paralelepípedos, atmosfera boêmia e vibrante vida noturna. Seus restaurantes tradicionais, bares animados e pequenas lojas artesanais atraem os turistas, mas sem aquelas aglomerações de outras áreas turísticas da cidade. Jantamos por lá e depois caminhamos pela Via della Lungaretta para ver as lojinhas e entramos na belíssima Basilica de Santa Maria de Trastevere. Essa é uma das igrejas mais antigas de Roma, com visitação gratuita e que vale muito a pena, pois seu interior é rico em detalhes.

Fim de tarde na Via della Lungaretta
Basílica de Santa Maria de Trastevere
Interior da Basílica


8 – Vaticano – localizado dentro de Roma, é o menor país do mundo, com apenas 0,44 km², e seu nome oficial é Estado da Cidade do Vaticano. Ele é a sede da Igreja Católica, abrigando a residência do Papa e monumentos icônicos como a Basílica de São Pedro, a Capela Sistina e os Museus Vaticanos. Criado em 1929, o Vaticano é uma monarquia eclesiástica governada pelo Papa. Além de sua importância religiosa, é um destino turístico fascinante, repleto de arte, história e cultura.

Começamos nossa visita pelos Museus Vaticanos (25 euros cada), cujo ingresso dava direito ainda à entrada na Capela Sistina. Recomendo muito comprar o ingresso com antecedência (www.museivaticani.va), pois, além de correr o risco de não ter mais ingresso disponível, lá na hora as filas são confusas e gigantescas. E vão se preparando para enfrentar multidões e ser levada pelo fluxo de pessoas, sem ter a oportunidade de parar para ver uma obra com calma. Mesmo assim, recomendo a visita, pois os museus são belíssimos! Sou apaixonada pela decoração dos tetos dos ambientes. Além disso as obras expostas são incríveis!

Sendo levada pela multidão de turistas na visita ao Vaticano
Apaixonada pelo teto e pelas obras de arte, mas impossível parar para admirar
Acho impressionante como eles conseguiam fazer essas obras de arte no teto
Múmia
Escultura de Laocoonte da mitologia grega
Hall redondo imitando o Panteão
Tapeçaria

Infelizmente não tenho imagens da Capela Sistina, somente da sala de espera, pois não é permitido fotografar em seu interior. Ela é um dos maiores tesouros artísticos do mundo e um marco da Renascença, principalmente pelos deslumbrantes afrescos de Michelangelo, que decoram seu teto e a parede do altar. A obra-prima do artista, pintada entre 1508 e 1512, retrata cenas bíblicas como a Criação de Adão, uma das imagens mais icônicas da história da arte. Além de sua beleza artística, a Capela Sistina tem grande importância religiosa, sendo o local onde ocorrem os conclaves, cerimônias secretas para a eleição de novos papas, como presenciamos recentemente.

Esperando nossa vez de entrar na Capela Sistina

Se quiser dar uma pausa em lugar ao ar livre, basta ir para os jardins do pátio central. Na saída, passamos por uma belíssima escada helicoidal.

Pátio central dos museus do Vaticano
Deslumbrante escada helicoidal na saída do museu
Não resistimos à selfie na escada

9 – Praça São Pedro e Basílica São Pedro – saindo dos Museus do vaticano fomos direto para a Praça São Pedro e entramos na fila para a Basílica. Até que não estava tão grande. Eu me lembro bem que, quando estive lá em 2006, passamos um bom tempo na fila. A entrada na Basílica é gratuita, mas para subir na cúpula (elevador + 304 degraus) o ingresso custava 8 euros.

Praça São Pedro
Basílica de São Pedro
A praça vista da Basílica

Ficamos passeando pelo interior da Basílica, babando com as belezas da sua decoração (principalmente do teto) e suas obras, com destaque para a Pietá que me marcou bastante na primeira visita há quase vinte anos. Essa deslumbrante escultura de Michelangelo foi esculpida em mármore de Carrara representando a Virgem Maria segurando o corpo de Cristo após a crucificação, transmitindo uma profunda sensação de dor e serenidade.

O interior da Basílica é rico em detalhes
Teto da Basílica
O altar
Impressionante a riqueza de detalhes da Pietá
A Pietá é protegida por um vidro à prova de balas
A gigantesca cúpula da Basílica vista por dentro

10 – Ponte Vitório Emanuel II – outra imagem que marcou minha memória foi a da Ponte Sant’Angelo com o Castelo SantAngelo, que tem uma escultura do Arcanjo Miguel no topo, a qual pode ser admirada a partir da Ponte Vitório Emanuel II. Passamos por ela para atravessar o rio quando deixamos o território do Vaticano em direção ao centro histórico de Roma.

Ponte Sant’Angelo e Castelo SantAngelo vistos a partir da Ponte Vitório Emanuel II

11 – Piazza Navona – de volta ao centro histórico de Roma, fomos para a Piazza Navona, que encanta visitantes com sua arquitetura barroca e atmosfera vibrante. Ela foi construída sobre as ruínas do antigo Estádio de Domiciano e seu grande destaque é a Fontana dei Quattro Fiumi, obra-prima de Gian Lorenzo Bernini, que representa os quatro grandes rios do mundo. Tem ainda a Fontana del Moro, no extremo da praça, projetada por Giacomo della Porta que criou uma cena náutica com tritões, golfinhos e uma concha, tendo no centro uma figura que parece lutar com um golfinho. A praça é cercada por cafés e restaurantes que oferecem uma autêntica experiência romana.

Fontana dei Quattro Fiumi com o obelisco Agonale
Fontana del Moro

12 – Pantheon – poucos minutos de caminhada após sairmos da Piazza Navona, chegamos à Piazza della Rotonda, onde fica o Pantheon romano, cuja entrada custava €5. Resolvemos não entrar e seguir nossa caminhada. Ele é um dos monumentos mais bem preservados da Roma Antiga e um marco da arquitetura mundial. Originalmente construído por Marco Vipsânio Agripa no século I a.C., foi reconstruído pelo imperador Adriano por volta de 126 d.C. Ao longo dos séculos, foi convertido em igreja e hoje abriga os túmulos de figuras históricas como Rafael e Vittorio Emanuele II.

Fachada principal do Pantheon romano

13 – Igreja de Santo Inácio de Loyola – andando pelas ruas estreitas do centro histórico passamos em frente a essa igreja e resolvemos entrar (entrada gratuita). E, mais uma vez, fiquei encantada com o teto. Porém esse é especial, ele foi feito em 3D e tem um destaque tão grande na igreja que colocaram um espelho para as pessoas fotografarem ele. Esses afrescos são do artista Andrea Pozzo e criam uma ilusão de profundidade na cúpula, tornando-a uma das obras mais fascinantes do período barroco. Até fila para foto no espelho tem.

Uma das várias vielas ao redor do Pantheon
Fachada da Igreja de Santo Inácio de Loyola
Teto 3D da Igreja de Santo Inácio de Loyola

14 – Via del Condotti – demos uma pausa nos edifícios históricos e fomos passear pela Via del Condotti para admirar as vitrines das lojas de grife, como Gucci, Prada e Louis Vuitton. Ela começa na Piazza di Spagna, logo a frente da Escadaria de Trinità dei Monti.

Via del Condotti vista da Piazza di Spagna

O grande destaque da Piazza di Spagna é a Escadaria de Trinità dei Monti, com seus 135 degraus. Ela foi projetada por Francesco de Sanctis e sua construção foi concluída em 1725, conectando a praça à igreja no alto da colina. No centro, encontra-se a Fontana della Barcaccia, uma fonte barroca esculpida por Pietro Bernini e seu filho Gian Lorenzo Bernini, com formato de barco

Escadaria de Trinità dei Monti vista da Fontana della Barcaccia

RESTAURANTES

Impossível falar da Itália sem falar das comidas! Foi uma verdadeira overdose de massas. Provamos pratos deliciosos, mas confesso que, ao final, já não aguentava mais tanto glutén! A escolha dos restaurantes não foi planejada, pois decidíamos na hora, quando batia a fome e de acordo com o cardápio oferecido. Seguem os lugares onde comemos:

1- Restaurante Mastro Fidelio (Osteria Nonna Gina) – fica no bairro de Trastevere. Quando chegamos por lá, não tinham muitos restaurantes abertos e a fome estava grande. Escolhemos esse que pareceu legal. O atendimento não foi o dos melhores e a comida estava boa, mas nada demais. Pedimos duas massas, uma taça de vinho e uma coca e pagamos €26.

Começando a sequência de massas italianas

2 – Pizzeria Ristorante da Marco – após sairmos do Vaticano e atravessarmos a Ponte Vitório Emanuel II em direção à Piazza Navona, passamos na frente desse restaurante que estava bem movimentado e resolvemos entrar para almoçar. Foi uma ótima escolha, pois comemos uma deliciosa lasanha! Duas lasanhas e uma coca saíram por €24.

Felizes com nossas deliciosas lasanhas

3 – Mercado Central na Estação Termini – nosso hotel ficava bem perto da Estação Termini e sempre passávamos por lá e víamos seu Mercado Central bem movimentado. É como uma praça de alimentação, com vários quiosques de comida e um bar central. Optamos por uma pizza do tipo Napolitana (fermentação lenta), que estava deliciosa! Pagamos €13.50 na pizza com um refrigerante.

Mercado Central da Estação Termini
Saboreando nossa pizza

4 – Restaurante La Famiglia – na nossa última noite, resolvemos explorar o entorno da nossa segunda acomodação, que ficava na parte norte da Estação Termini, uma área repleta de restaurantes. A ideia era comer algo que não fosse massa, mas, quando vimos esse restaurante mega movimentado e com um cardápio bem convidativo, decidimos seguir nas massas italianas. E foi um sucesso! Foi a melhor refeição que fizemos na viagem! A comida estava divina e ainda conhecemos um casal de pernambucanos que estava sentado na mesa ao lado e conversamos bastante! Nossa conta deu €26.88, com as duas massas e uma garrafa de vinho da casa.

Nosso maravilhoso jantar de despedida com direito a novos amigos

ACOMODAÇÃO

Nesse meu retorno a Roma, achei que as acomodações na cidade ficaram muito mais caras. Sem dúvidas, o peso maior da viagem é o valor da hospedagem. Optamos por ficar perto da Estação Termini por causa da logística e gostamos. Foi por ali que fiquei há quase vinte anos. Ficamos hospedadas em dois lugares diferentes, como mostrarei a seguir:

1 – Hotel Maximus – foi onde nos hospedamos na primeira parte da viagem. Muito bom! Quarto maravilhoso, com uma cama bem confortável, café da manhã delicioso e recepcionistas bem prestativas. Fizeram até uma marmitinha de café da manhã para o check out, pois nosso voo era bem cedo. Além do valor da diária, pagamos uma taxa de turismo de €24, que achei bem “salgada”.

2 – Alexis Rooms City Center – na segunda parte da viagem, como era só para dormir, pois passaríamos menos de 12 horas na cidade, optamos por algo mais em conta, mas bem localizado. Parecia um hotel, mas era tipo um airbnb de quartos, tanto é que não cobravam taxa de turismo. O quarto era meio escuro, mas bem limpo e com uma cama bem boa.

TRANSPORTE

Quando estive em Roma em 2006, já achei o sistema de transporte bem bom, com metrô, ônibus e VLT. Apesar de caminharmos muito, também utilizamos o ônibus e o metrô. Desta vez ficou ainda mais prático, pois conseguíamos pagar as passagens com cartão de crédito/ débito (eu usei meu Nomad) por aproximação, não sendo preciso comprar um cartão específico de transporte e nem ter que pagar ao cobrador (que nem existe mais) com dinheiro. Não usamos uber ou táxi (bem caro).

Para ir e vir do aeroporto utilizamos o ônibus que faz o trajeto Aeroporto Fiumicino (FCO) para a Estação Termini (lado de fora). Achei bem tranquilo e pontual. Pode comprar a passagem pela internet, no guichê da estação ou na entrada no ônibus. Algumas empresas fazem esse trajeto e o preço varia um pouco, assim como os horários. Na chegada ao país, pegamos o ônibus da TAM (€8 cada) e, na saída, fomos com o da Roma airport shuttle (€6,90 cada) .

Foi ótimo voltar a Roma, mas achei a cidade um pouco suja e com muitos mendigos, o que não me lembro de ter visto na primeira visita. Apesar disso, é impressionante como eles conseguem preservar tanta riqueza histórica! É uma verdadeira viagem no tempo.

Continuem acompanhando as postagens para saber como foi o restante dessa viagem!

MAPA

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