Barcelona: Montejuic, seus arredores e um pouco da noite Catalã

Olá, pessoal!

Para finalizar a série de posts de Barcelona, chegou a vez de relatar os lugares por onde passei na rota que vai desde a Praça Espanha até o Montjüic. Também falarei um pouco do que conheci da vida noturna catalã. Assim como nos dois posts anteriores, meus relatos serão baseados nas duas viagens que fiz à capital catalã, uma no inverno de 2006, com duas amigas (Mari e Manú), e outra no verão de 2010 com minha mãe.

DA PRAÇA DA ESPANHA AO MONTJUIC

  • Praça Espanha – é uma das praças mais movimentadas da cidade e foi construída para a Exposição Internacional de 1929. Ela é circular, com uma fonte central, e, em um dos seus acessos, tem duas torres, conhecidas como “Campaniles“. Ela fica logo abaixo da colina Montjüic e de lá já é possível avistar o Palácio Nacional. Entre ela e a colina foi construída uma fonte que apresenta um espetáculo com jogos de luz e de água: a Fonte Mágica de Montjüic.
Praça Espanha vista do alto do Palácio Nacional (2010)
Palácio Nacional visto a partir da Praça Espanha (2010)
  • Montjüic – é um monte que tem uma vista panorâmica da cidade, a partir de onde pode-se avistar, principalmente, o porto e a zona antiga da cidade. Grande parte dele é ocupada pelo Parque Montjüic, com diversas atrações turísticas: o Castelo de Montjüic no topo, podendo-se chegar lá através do teleférico; mirantes; monumentos; uma piscina municipal; o Museu Arqueológico; o Museu Etnológico; o Museu Olímpico do Esporte, em homenagem aos Jogos Olímpicos de 1992, que ocorreram na cidade; a calçada da fama, com a marca do pé de grandes atletas mundiais;  e o Estádio Olímpico Lluís Companys, ponto central dos Jogos.
Estádio Olímpico Lluís Companys (2006)
O porto de Barcelona do alto do mirante do Montjüic (2006)
  • Museu Nacional de Arte da Catalúnia – MNAC – funciona onde era o Palácio Real (Palácio Nacional), na montanha Montjüic. O prédio foi construído no início do século XX (1927). Possui pinturas, esculturas e outros tipos de obras de arte, com estilos diversos, como romanescas, góticas, renascentistas e barrocas. Tem obras, por exemplo, de Picasso e de Salvador Dalí. Seu terraço possui uma belíssima vista da cidade. Antes de visitar, deve-se acessar o site do museu para conferir os horários e os valores, procurando, inclusive, o dia e o horário de visitação gratuita. Normalmente, aos sábados após às 15h não paga para entrar, mas vale conferir antes.

    Escadaria para o Palácio Afonso (2010)
  • Fundação Joan Miró –  fica em um prédio moderno com um acervo repleto de pinturas, esculturas e tapeçarias do artista que desenvolveu o surrealismo. Também recebe exposições temporárias. Em seus quadros, Miró dá ênfase às cores vermelha, preta e amarela. É tudo bastante espontâneo. Adorei suas esculturas, todas muito loucas, mas bastante interessantes. Tem uma de um “mijador”, acreditem! A entrada é paga (em 2006, paguei 5 euros), por isso, vale a pena acessar o site antes para verificar os preços e os horários, assim como qual a exposição temporária que está acontecendo.
Quadros de Joan Miró (2006)
Escultura o “mijador” de Miró (2006)
Escultura de Joan Miró (2006)

BALADA

Na minha primeira passagem por Barcelona, em 2006, durante o mochilão que fiz pela Europa com duas amigas, não conheci a vida noturna da capital catalã. Vários fatores fizeram com que não saíssemos pela noite: frio e chuva (era inverno); cansaço após passar o dia batendo perna; e, principalmente, o fato de o nosso albergue possuir toque de recolher, de modo que, se não entrássemos até às 22h, só nos deixariam entrar depois das 7h da manhã.

Já na segunda visita, no verão de 2010 com a minha mãe, resolvi que seria diferente. Escolhi um hostel mais badaladinho e que não tivesse o maldito toque de recolher. Lá conheci uma australianas super animadas e me aliei a elas para curtir as baladas.

Começamos pelo Pub Crawl (35 euros), um tour de bares, ideal para quem viaja só e quer se juntar a uma galera animada para curtir a balada. Esse tour foi mais animado ainda, pois eles juntaram muita gente e o deslocamento era feito em um ônibus fretado, o que já facilitava a interação. O roteiro incluía dois bares, com uma bebida de brinde em cada. Não registrei o nome do primeiro, mas o segundo foi o Mirablau Discoteca  , que fica em uma colina e tem uma belíssima vista da cidade. O passeio terminou no Opium Mar, uma balada chiquérrima e mega animada na beira mar da Vila Olímpica.

Ônibus do Pub crawl (2010)
Australianas parceiras de pub crawl (2010)
Restaurante Mirablau com vista panorâmica da cidade (2010)
Opium Mar Barcelona, última parada do pub crawl (2010)

No dia seguinte, resolvemos curtir, mais uma vez a balada no Porto Olímpico, pois vimos que era o local mais animado da cidade, e fomos para o Carpe Diem Lounge Club (CDLC). Um dj animava bastante a galera com o apoio de umas dançarinas com umas fantasias meio inusitadas. Uma delas estava sensualizando vestida de avestruz e a galera, principalmente os garotos, estava indo à loucura! Achei meio estranho e nada sensual! Achei bem divertido, mas é uma balada cara. Para aqueles que querem algo mais alternativo, soube que a região do Bairro Gótico é a melhor.

Carpem Diem Lounge Club – CDLC (2010)
Dançarina CDLC (2010)

E assim terminam meus relatos sobre a encantadora Barcelona! Espero que tenham gostado! Pelo que viram, tem muita coisa para fazer lá!

Até a próxima!

LEIA MAIS:

Barcelona: da Praça da Catalunha até a Vila Olímpica

Barcelona de Gaudí

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